domingo, 1 de agosto de 2010

Será que é tão difícil entender que eu tenho meus sonhos?
Que apesar de parecerem sem nexo para voce,
Eles são reais para mim e estão próximos demais de sua concretização?
É tão difícil entender que não ser igual aos outros, não estar no patamar mais alto de todos não me afeta e pelo contrário, me dá mais força pra seguir meus sonhos?
É dícifil me apoiar só porque meu sonho não é o seu sonho?
Seria bom se voce tentasse, e maravilhoso se conseguisse.
Seria, mas se não for, o que eu posso fazer?

Continuar seguindo meu sonho;
Mais forte a cada dia;
Catando as pedrinhas para construir meu castelo.

sábado, 31 de julho de 2010

Mente

Insanamente certa;
Diretamente subjetiva;
Coloquialmente culta;
Sorrateiramente exibida;
Depressivamente alegre;
Promíscuamente recatada;
Fielmente traidora;
Escandalosamente comedida;
Egoísticamente altruísta;
Coletivamente minha,

Mente.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Some idea...





It's holding me, morphing me
And forcing me to strive
To be endlessly cold within
And dreaming I'm alive


Muse


Let's do it.

domingo, 2 de maio de 2010

Para ser um homem.

O que é preciso para ser um homem?
Nascer com o sexo masculino?
Ficar com milhões de pessoas em toda a sua vida e assim provar sua virilidade?
Falar grosso, exibir músculos, e exalar testostorena?
Ter dinheiro e mostrar isso à família e aos amigos?
Em tempo, e esse é agora, percebo que para ser um homem é preciso muito mais, ou até que nada disso aí acima é preciso.
Percebo que precisa-se de fibra;
Percebo que precisa-se de presença, de auto-confiança, de ter ombro amigo, de ser ombro amigo, de sinceridade, de honestidade, de garra, de coragem;
Percebo que precisa-se de certeza do que se está fazendo ou no mínimo de uma exposição dessa certeza, por mais que ela não exista.
Percebo que precisa-se de bom humor para enfrentar o dia, de sensatez para se engolir sapos ou morde-los e cuspi-los em sua tentativa forçada de descerem garganta a baixo.
Percebo que precisa-se de palavras firmes, olhos serenos, cabeça erguida, peito aberto.
Percebo que precisa-se deixar coisas no passado, olhar o futuro de frente e dizer: "Venha e tente me derrubar pra ver o que acontece, seja meu amigo ou então, veremos.";
Percebo que precisa-se saber que quase sempre é preciso descer um degrau para subir dois, e mais ainda que precisa-se aceitar e ter paciência com isso;
Percebo que nem sempre o valor que espera-se que as pessoas deem a voce, será o que voce vai ter, e que isso não pode deixar voce sentir-se menos um homem menor.;
Percebo que o dinheiro é importante, mas como já foi dito um dia, o verdadeiro homem, ao ser um homem, sempre diz a seu dinheiro, quem manda em quem;
Percebo que precisa-se ter humor;
Percebo que precisa-se ter amor;
Pelo que faz, pelo que se tem, por quem se tem ao lado, pela vida.
Percebo que precisa-se de coragem para dizer não e de mais ainda para dizer sim.
Percebo que seus maiores temores serão seus por muito tempo e devem ser só seus, ninguém precisa saber deles, ao menos não de todos eles.
Percebo que precisa-se aceitar um erro, e deixar isso claro a quem importa, mesmo segundos depois de afirmar-se dono da verdade e mesmo que o orgulho dê um nó na sua garganta.
Percebo que o esse orgulho, por mais criticado que seja, por vezes é necessário.
O orgulho próprio, o orgulho de atitudes tomadas e de ações realizadas, devem permear o "ser homem";
Percebo ainda, depois de tanto percerber, que ainda me falta um pouco para ser um homem assim, completamente.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

New

Depois de a long long time cá estou, novamente.
Voltei, mesmo em meio a tantas coisas pra fazer, por alcançar algumas percepções na semana que passou. E sentir uma vontade enorme de expressa-las out loud .

Percebi que o último post foi dedicado há uma coisa que hoje, não faz mais sentido, e resolvi escrever algo acima dele, pra fazer um dust on, bem feito.

Percebi que algumas pessoas, por mais que você tente ajuda-las, não se adaptam à vida, e não sabem sentir felicidade.

Percebi que o rancor é uma característica pesada de algumas personalidades e que é capaz de transformar pessoas, que lhe pareceram anjos, em monstros.

Percebi que, de fato, a linha entre o amor e o ódio é tênue, bastante tênue.

Percebi que não importa o quanto você se importe, se dedique, se você não mostrar isso, as pessoas nunca vão saber o quanto você gosta e se preocupa com elas.

Percebi que depois que o limite do respeito mútuo é ultrapassado, todo e qualquer tipo de convivência torna-se completamente impossível.

Percebi que parar pra pensar no passado, pode lhe mostrar o quanto voce deu de si a algumas pessoas, e lhe mostrar que tais pessoas não mereciam nada daquilo.

Percebi que as amizades sem qualquer outro tipo de interesse, seja lá qual ele for, duram para sempre. Para sempre.

Percebi que posso tentar ser feliz, deixando que não vale a pena de lado, sem me sentir culpado pela infelicidade alheia.

Percebi que tenho mais orgulho de mim do que imaginava.

Percebi que alguns tipos de pessoas, quando contrariadas, podem construir idéias absurdas sobre você e não nada que se possa fazer para mudar isso.

Percebi que alguns seres humanos não conseguem aprender, mesmo depois de apanhar feio da vida, que essa é feita para que busquemos a felicidade e não para nadarmos em tristeza e descontentamento até seu fim.

Percebi que o passdo, passou. E pronto.

Percebi que o que "é" hoje, não o "é" amanhã e isso vale para tudo, mesmo.

Percebi que ter essas percepções não me torna um ser humano menor, frio, insensível e mesquinho como ouvi.

Percebi que percebendo assim, a vida vai passando.

E eu amadurecendo, assim.

terça-feira, 9 de março de 2010

Ei.

Nesses últimos meses muitas coisas aconteceram comigo.
Comecei a ver um ano de análise começar a fazer efeito ( 1 ano, e parece que iniciei ontem)
Entrei num trabalho novo, com novos rendimentos e novas situações nunca antes enfrentadas por mim, em minha humilde falta de experiencia de vida;
Revi pessoas, reecontrei pessoas, conheci pessoas novamente.
Me decepcionei com o que vi. Me apaixonei pelo que vi.
Abri horizontes, aqueci expectativas, redesenhei alguns sonhos;
Cheguei a cansar o queixo de sorrir;
Cheguei a coçar os olhos de chorar;
Percebi que oportunidades surgem e devem ser agarradas, no matter what.
Aprendi a jogar fora o que não me serve mais;
Entendi que, se não me amar, the game is over.
Organizei minha estrutura emocional para suportar chutes e pancadas, e em surtos, sustos.
É aí quando observo que ainda há vários furos nessa armadura.
Passei a dar mais valor aos investimentos em mim mesmo, na minha imagem, no meu conhecimento.
Notei o quanto tudo que passei e fiz por mim me fez sentir mais Paulo, esse, o Henrique Basto. Eu.

Mudei e me moldei.

E sempre mudarei e me moldarei.

For good.