quinta-feira, 8 de março de 2012
Life is too short to even care at all...
Sufocado. Hoje tô assim. O pior é estar sufocado por mãos amigas, amadas. Amigas? Amadas? Amantes. Pensando mais "out of focus", ter a certeza de que não há mais certeza me angustia. Me angustia mais do que essa tal falta de ar carinhosamente causada pelos meus. Pelo meu. Mas, e vale a pena se prender a isso? Há tempo? E se houver, o brightside não seria mais prazeroso de observar? Afrouxando o nó da gravata borboleta humana carinhosamente e respirando junto, mesmo que com dificuldade? E se esse tempo não houver? Ok, repasso a pergunta. E sem mais por hora, afinal, amanhã ainda tem verdade do lado de fora do meu wonderful wonderful world...
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
With one headlight
"Hey, come on try a little.
Nothing is forever
There's got to be something better than
In the middle"
"Nobody is perfect, no."
Como não difere muito do muito de minha vida, no momento em que deitei e não consegui dormir, me vi angustiado. Há menos de uma semana do dia em que completo meu vigésimo ano de rodagem me percebo parado. Inerte. Logo eu, um sujeito desses que não para de configurar, integralmente, o futuro com o presente, hora por hora, todos os dias... Bom, talvez "parado" não seja a melhor label a se colar na minha testa no momento, afinal de contas, tenho trabalhado, e feito das borboletas, lagartas novamente, para juntar aquele que move os interesses do mundo de hoje e realizar meus sonhos. Mas esse ciclo tem durado tanto que me levou ao ponto que me vejo hoje. "Ok, the bag is full of money, sir. Where do we go now?" Não sei. Não sinto, não vejo, não percebo. Parece que um ano numa vibe que não combina comigo me fez um buraco na alma, deixando uma marca nas bordas de tal resvalo. Uma marca dessas que se tem medo de crer que ela realmente existe, ao perceber que sim (damn!), ela existe. Deu, né? Sinto falta do frio na barriga trazido pelas aventuras do dia a dia e sinceramente creio estar na hora de parar com essa coisa de afundar na própria lama. Voltar a olhar o espelho e ver quem sou tem me feito falta. Eis que voltarei. Back to the basics. That's it. E que venham os 29.
Take a bite of my heart tonight. Please.
Meses depois, here we go again. Engraçado como tinha esquecido dessa válvula de escape e de quão funcional ela é. Relendo as últimas postagens que fiz, preciso fazer uma ressalva: Sem muito mais sofrimento, sem muito tempo perdido e há algum tempo, a tal ciranda citada ali embaixo continua rodando. Mas agora a quatro mãos e quatro pés. Felizes pés, felizes mãos. Bem, enfim voltei. Voltei a esse leito de letras onde deito minhas emoções de forma nem sempre clara e plausível, ou não.
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
trashing: the impossible mission.
Queria saber me livrar de certos sentimentos. Saber perceber quando é a hora de afastar idéias, sensações, pensamentos profundos e até os mais rasos... Ter a aridez de apezunhar coisas que me são caras mas que se válidas e vivas me farão mal, me farão frágil e gerarão consequências que demoram a cicatrizar. Já passei por isso antes. Já senti isso antes. Numa época em que achei que qualquer dor não poderia ser maior do que eu sentia ali, debaixo do chuveiro em banhos de lágrimas, no calor do edredom e na fofura do meu travesseiro ensopado. E mesmo sendo assim, não consigo afastar a coroa de espinhos. Admito que hoje tudo parece mais intenso. ( e sempre será mais e mais? ) Duas situações quebradas, dois caminhos impedidos. Como li ontem, sinto da mesma forma, olho ao redor e não vejo um dos meus alicerces... E dói. Tentar encarar como deslize, um erro, é fácil. Afinal a gente sabe do sente, quando sente e sabe até onde pode se deixar levar. Mas aceitar uma decisão é difícil. Entender que as coisas podem mudar muito rápido pode lhe fazer achar que elas nunca foram como você achou que fossem e que tais sentimentos, tais pensamentos profundos não poderiam ter ido tão fundo, como um arpão lançado num lago límpido, descendo forte e firme até alcançar o fundo. Foram, estão lá, cravados. E agora, voce senta, pensa, e toma mais banhos salgados de lágrimas e abraça travesseiros úmidos por noites sem fim, até que isso passe, que passe.
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